NOTAS DA REPÚBLICA PORTUGUESA

NOTAS DA REPÚBLICA PORTUGUESA

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Notafilia: Papel Moeda

O papel-moeda resultou de um longo processo de evolução, a partir de duas grandes formas primitivas: o recibo e o título de dívida.

A China foi o primeiro país a utilizar o papel-moeda, no reinado do imperador Wu-Ti, no séc. II a.C. A partir do séc. VII, as notas de depósito, emitidas em troca de dinheiro depositado, eram o meio utilizado entre os comerciantes da dinastia Tang.

Na Europa, os comerciantes, em nome individual ou colectivo, passavam recibos sobre dinheiro depositado. Além do comércio, dedicavam-se a actividades financeiras, como cambistas e banqueiros. Com o aumento desta actividade, que tomou proporções de "operação bancária", desenvolveram-se formas diferentes de recibos e ordens de pagamento: a Letra de Câmbio, a Livrança, o Cheque e a Nota de Banco.

Foi o Banco de Estocolmo, em 1661, que criou as primeiras notas bancárias em toda a Europa.

Em Portugal, no séc. XVII, no reinado de D. Pedro II, surgiu a primeira experiência conhecida de utilização do papel como forma de dinheiro - Recibos ou Escritos da Casa da Moeda.

No reinado de D. José I, foi conferida a categoria de Banco Público às Companhias Gerais, cujas apólices foram declaradas como dinheiro, e no reinado de D. Maria I o papel passou a ser utilizado como meio de pagamento.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

20 Escudos --- Chapa 9 --- Ouro






Dimensões: 135 x 66 mm, incluindo as respectivas margens.
Emissões: 109.527.000 notas com as seguintes datas:

                  13 de Setembro de 1978
                    4 de Outubro de 1978

Primeira emissão: 21 de Dezembro de 1978.
Ultima emissão: 17 de Novembro de 1982
Cor: Verde 

A frente desta nota é ilustrada com a figura do cientista e geógrafo, Almirante Gago Coutinho. 

domingo, 11 de novembro de 2012


Portugueses ainda têm 35 mil milhões de escudos


Os portugueses ainda têm guardados 35 mil milhões de escudos, qualquer coisa como 174 milhões de euros.

Se, em 2008, foram entregues ao Banco de Portugal notas de escudo no valor de quatro milhões de euros, nos dois últimos anos o valor estabilizou nos 3,5 milhões, segundo o «Jornal de Notícias».

Assim, apesar da crise, ainda há milhões de euros em notas de escudo por trocar.

Certo é que o prazo de validade vai começando a terminar: até 2018 poderão ser trocadas as de dez contos, cinco contos, dois contos, um conto e 500$00 (Mouzinho da Silveira); em 2020 caducam as de 500 escudos (esfinge de João de Barros), dois mil, cinco mil e dez mil escudos.

Muito do antigo dinheiro nas mãos dos portugueses está guardado debaixo do colchão ou na posse de coleccionadores. Mas haverá, também, muitas notas que se perderam.

sábado, 10 de novembro de 2012


20 Escudos --- Chapa 7 --- Ouro

Lisboa, 26 de Maio de 1964
Nota Q/Nova


Lisboa, 26 de Maio de 1964
Série com 2 números consecutivos


Dimensões: 135 x 76 mm, incluindo as respectivas margens.
Emissões: 229.100.000 notas com a seguinte data: 26 de Maio de 1964.
Primeira emissão: 19 de Janeiro de 1965.
Ultima emissão: 31 de Outubro de 1977.
Cor: Verde.

A frente desta nota é ilustrada com o retrato do popular Santo português, Santo António de Lisboa. No verso, a Igreja de Santo António, em Lisboa.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

20 Escudos --- Chapa 7 --- Ouro

Lisboa, 26 de Maio de 1964
Estado desta nota: Nova

Dimensões: 135 x 76 mm, incluindo as respectivas margens.
Emissões: 229.100.000 notas com a seguinte data: 26 de Maio de 1964.
Primeira emissão: 19 de Janeiro de 1965.
Ultima emissão: 31 de Outubro de 1977.
Cor: Verde.

A frente desta nota é ilustrada com o retrato do popular Santo português, Santo António de Lisboa. No verso, a Igreja de Santo António, em Lisboa.

Estado destas notas: Novas

Santo António, também conhecido como Santo António de Pádua, OFM (Lisboa, 15 de Agosto de 1191-1195 ? — Pádua, 13 de Junho de 1231), de sobrenome incerto mas baptizado como Fernando, foi um Doutor da Igreja que viveu na viragem dos séculos XII e XIII. Santo António de Lisboa, OFM (Ordem dos Frades Menores) viveu na primeira metade do século XIII, em plena Idade Média. Santo António nasceu em Lisboa em data incerta, numa casa, assim se pensa, próxima da Sé, às portas da cidade, no local onde posteriormente se ergueu a igreja sob sua invocação. (fonte: Wikipédia livre)

 
Fachada da Igreja de Santo António em Lisboa e imagem do Santo António de Lisboa (imagens Wikipédia livre)






terça-feira, 7 de dezembro de 2010

20 Escudos --- Chapa 6 A --- Ouro

Em 15 de Novembro 1957, o banco de Portugal decidiu proceder à actualização da nota de 20 escudo Ch 6 que foi modificada e melhorada com a aplicação de outros pontos de segurança no próprio papel moeda da nota.


A firma inglesa Bradbury, Wilkinson & Co Ltd, New Malden, Surrey, foi encarregada do fabrico das chapas e da estampagem destas notas com a Ch. 6 A

Estado desta nota: Rigorosamente NOVA

Dimensões: 135 x 76 mm incluindo as respectivas margens
Emissões: 21.618.000 notas com as seguintes datas:

                26 de Julho de 1960

Primeira emissão: 26 de Janeiro de 1962
Última emissão: 11 de Janeiro de 1965
Retirada da circulação: 30 de Junho de 1978
Cor: Verde e roxo

Para esta nota foi decidido proceder à modificação da Chapa 6 da emissão geral de 20 Escudos com um novo sistema de maior segurança. Na frente da nota continua o restrato do Conde de Catanhede, D. António Luís de Meneses.


Características técnicas:
A frente tem duas estampagens em calcografia: uma, a verde-escuro, engloba a moldura rectangular com trabalho de torno geométrico em linha branca e linha preta; a Chapa, e as palavras “Vinte Escudos” e “Ouro”, em letras estriadas, e a outra, a violeta, contém um retrato de D. António Luís de Menezes, arabescos e o dístico “Banco de Portugal”, também em letras estriadas. O fundo, em “offset”, é constituído por um desenho numismático, impresso em faixas íris, que ocupa as margens da nota, e um trabalho de duplex policromo na zona central.

O verso tem uma estampagem calcográfica, a violeta, de composição semelhante à da Chapa 6: duas janelas unidas por barras, com trabalho de guilhoché em linha branca. O emblema do Banco, na janela esquerda, está rodeado por uma gravura numismática, em que se lê duas vezes o dístico “Banco de Portugal” e o número “20”. No fundo do verso, impresso em “offset”, o desenho numismático que se estende pelas margens, o duplex da zona central e os arabescos que o envolvem são rigorosamente iguais aos da frente da nota e nas mesmas cores.

O texto complementar (data, série, numeração, as palavras “O Governador” e “O Administrador” e chancelas) de impressão tipográfica, a preto, foi aposto nas oficinas do Banco.

Papel:
Fabricado por: Portals Limited, Laverstoke Mills, Whitchurch, Hants, de Inglaterra.

Marca de água:
Apresenta o retrato de D. António de Menezes, igual ao estampado na nota, e inferiormente, a legenda “Banco de Portugal”. Incorporado na pasta do papel existe um filete em traço interrompido.

domingo, 5 de dezembro de 2010

20 Escudos --- Chapa 6 --- Ouro


Lisboa, 27 de Janeiro de 1959
Nota em estado de conservação
Absolutamente NOVA 


NOTAFILIA - República

20 Escudos Ch. 6

Esta nota, com o retrato de D. António de Menezes, Conde de Cantanhede e Marquês de Marialva (1621?-1675), um dos conjurados de 1640 e general da Guerra da Restauração, foi a que mais tempo circulou (trinta e sete anos) entre todas as notas emitidas pelo Banco de Portugal. Foi também a primeira nota portuguesa a utilizar um filete de segurança metalizado, introduzido na própria pasta do papel.

Dimensões: 135 x 66 mm, incluíndo as respectivas margens.
Emissões: 184.366.000 notas com as seguintes datas:

28 de Janeiro de 1941
29 de Agosto de 1944
13 de Agosto de 1946
27 de Julho de 1948
28 de Junho de 1949
26 de Junho de 1951
25 de Maio de 1954
27 de Janeito de 1959

Primeira emissão: 19 de Dezembro de 1941
Última emissão: 02 de Janeiro de 1962
Retirada da circulação: 30 de Junho de 1978
Cor: Verde e roxo, com fundo em policromo

A frente desta nota é ilustrada com o retrato em oval, do Conde de Catanhede e Marquês de Marialva, D. António Luís de Menezes.